Prezados amigos,

Conforme prometido seguem algumas considerações sobre a proposta de regulamento dos processos de reconhecimento acadêmico de medicina na Universidade de Lisboa. Ao longo deste fim de semana seguiremos tratando deste assunto em postagens e vídeos. Obrigado, Dr. Rafael Perszel

a) Este ainda não é o regulamento. É a proposta do mesmo, que será submetida à consulta pública e mesmo às demais universidades, em nova tentativa para unificação. Quando sair a versão final, o objetivo é que seja para todas, portanto;

b) Períodos previstos no mesmo: Ingresso de documentação em sistema até 15 de novembro. Prova de comunicação (português) na 2ª Quinzena de novembro. Exame escrito na 1ª Quinzena de Janeiro. Prova prática em abril/maio. Trabalho deve ser entregue em até 6 meses depois da prova prática, sendo a discussão em até 2 meses após a entrega do trabalho.

c) No âmbito da consulta pública, nosso escritório enviará minhas considerações pessoais ao projeto;

d) Este regulamento não trata de quem está fazendo o processo pela segunda vez, tendo se inscrito em 2018. Em nossa análise pessoal, vemos como possível que os mesmos períodos indicados ao fim dele sejam cumpridos;

Pelo texto do projeto de regulamento:

e) Haverá um juri fixo para a condução do processo, de mandato trienal. Para a avaliação do trabalho podem chamar professores específicos da área a ser apresentada;

f) A dissertação volta a não ser obrigatória na submissão digital do processo, tendo que ser entregue em até 6 meses após a prova prática;

g) O reconhecimento específico sem as provas se dará apenas no âmbito de acordos bilaterais (no caso atual UFRJ/ULisboa)

h) Resultados obtidos nas provas são válidos no ano de realização e nos dois subsequentes – ao nosso ver isso significa que quem interrompe o processo tendo feito, por exemplo, a prova escrita, pode, em até os dois anos subsequentes, apenas fazer a prova prática e a apresentação, por exemplo.

i) As provas são anuais

j) O candidato pode se apresentar para as provas (ou seja, se inscrever) no máximo duas vezes. Desta vez não é dito “por universidade”, pelo que entendemos que a proposta é que isto seja unificado

l) O Conselho das Escolas Médicas Portuguesas é o órgão capaz de dirimir dúvidas ou tratar de casos omissos.

Por enquanto são os pontos que gostaria de ressaltar.

Fico à disposição para as dúvidas eventuais ou, para quem desejar, prestar assessoria a respeito.

Obrigado,

Dr. Rafael Perszel