Processos de Equivalência – Sobre manter a tranquilidade necessária

By Dr. Rafael Perszel,

Processos de Equivalência – Sobre manter a tranquilidade necessária

De três anos para cá, vemos percebendo, com o aumento da normatização sobre o processo de equivalência, um incremento, na mesma proporção ou até maior, da ansiedade dos candidatos em relação ao pleito.

Desde a reunião definidora de normas, passando pela publicação do edital, pela data da primeira prova, pela data dos recursos, agora a data da prova prática… tudo é uma eterna indefinição, o que costuma deixar os candidatos mais nervosos, tanto com seus projetos pessoais (licenças para viajar, férias, pedir uns dias, trocar plantões, etc) como pelo valor da passagem e a necessidade de comprar a mesma o mais rapidamente possível.

O que eu costumo dizer com isso? Que não adianta ficar neste frenesi. Em especial, por conta da prova prática, as datas não foram divulgadas porque eles nem sabem ao certo ainda (por conta dos recursos ainda correndo) quantos candidatos terão. Além disso, há todo um planejamento com o calendários dos hospitais e o próprio calendário interno da universidade para isto. A resposta então para isto é: a prova será quando eles puderem e quiserem. Ponto.

Esta preocupação tira o foco, em nossa opinião, daquilo que realmente importa nesta fase: se preparar para uma boa prova prática. Se você se acha devidamente preparado para a prova prática, que tal preparar o trabalho, que será necessário apresentar na próxima fase?

O nervosismo nos atrapalha de pensar e prejudica nosso desempenho em uma prova tão relevante. Não se preocupe: Há uns 400 candidatos de olho nesta data e possivelmente uns 10 advogados. No momento que se souber qualquer rumor, todos saberão. Preparem-se para o que realmente importa. O “quando”, que será em breve, é um detalhe menor.